Aumenta pressão por verdadeira história da invasão do Iraque e Afeganistão: a Casa Branca nunca desmentiu que Bush sabia dos atentados de 11 de setembro

Há dois anos, o MercadoGlobal publicou artigo Por mais repetidas que sejam, mentiras não passam a ser verdades (http://mercado-global.blogspot.com/2008/09/11setembro-por-mais-repetidas-que-sejam.html), que contesta a versão do governo Bush 11 de setembro de 2001, quando quatro aviões comerciais teriam sido sequestrados, sendo que dois deles colidiram contra as torres do World Trade Center em Manhattan, Nova York.; o terceiro avião, o American Airlines Flight 77, teria sido direcionado para colisão contra o Pentágono, no condado de Arlington, Virgínia; enquanto o partes do quarto avião, que atingiria o Capitólio, o United Airlines Flight 93, foram encontradas espalhadas em campo próximo de Shanksville, Pensilvânia.
Tem sido crescentes nos EUA e no mundo os questionamentos à versão oficial sobre os acontecimentos de 11/9, sob o argumento de que este não teria sido o primeiro auto-atentado da história.
Resta saber até quando permanecerá oculta a verdadeira história dos atentados usados pelo então presidente George Bush para justificar a invasão ao Iraque e Afeganistão e o assassinato de milhões de civis na região.
Trabalho importante nessa linha de questionamento acaba de ser lançado pelo economista e professor argentino Walter Graziano, ex-bolsista do governo italiano e do Fundo Monetário Internacional, que estudou em Nápoles e em Washington DC, após ocupar cargo de direção no Banco Central da Argentina.
Trata-se do livro Hitler ganhou a guerra, que foca o poder econômico e o jogo de interesses por trás das relações internacionais. Um dos capítulos do livro (”11 de setembro e o mito das guerras justificada”) apresenta as 30 contestações mais óbvias que a versão oficial da Casa Branca jamais conseguiu responder.
Selecionamos aqui 11 delas:
1) O objeto que atingiu o Pentágono chocou-se contra o prédio horizontalmente: se tivesse sido o vôo 77 da American Airlines, teria sido necessário giro de 270o e descida de sete mil pés voando a 500 milhas por hora. Para poder aproximar-se do Pentágono de forma horizontal, teria sido necessário vôo rasante, esquivando-se de linhas de alta tensão abundantes na região.
A distância entre os dois pólos elétricos de tais linhas é menor do que a largura de um Boeing. Não só teria sido necessário piloto profissional, como também um que tivesse formação militar.
Segundo Graziano, o pesquisador francês Thierry Meyssan, em 11 de setembro de 2001: uma terrível farsa e em seu site na internet Réseau Voltaire, demonstra que o tamanho do Boeing que supostamente -se contra o Pentágono não corresponde ao buraco produzido pelo impacto. Nas fotos da área do impacto, não aparecem rastros da fuselagem de avião, nem corpos nem bagagem.
2)Para derrubar as torres gêmeas com o impacto de aviões, teria sido necessário derreter a estrutura interna de aço, tal como a explicação oficial sugeria. O aço sofre os primeiros problemas em sua estrutura quando alcança os 500° C. O combustível dos aviões não supera os 360° C quando se incendeia. Visualmente se observa como os incêndios produzidos pelos impactos se apagam lentamente, de onde se deduz que a temperatura devia estar diminuindo no momento dos desabamentos.
3) O tipo de desabamento sofrido por ambas as torres só é usual em demolições controladas. Não se explica como os andares superiores aos dos impactos não caíram em bloco ou de forma fragmentada; nos registros em filme, esses pisos superiores se desfizeram. Se eventualmente os edifícios tivessem caído por impacto, a queda seria assimétrica e irregular.
4) As torres gêmeas foram projetadas para suportar o impacto superior ao de aviões do tipo Boeing 757 e 767. Já teria sido estranho que uma delas tivesse caído, mas desabaram as duas e os testemunhos de bombeiros e sobreviventes que escutaram detonações nos andares inferiores ao lugar do impacto dos aviões foram suprimidos dos meios de comunicação.
5) A velocidade de derrubada das torres pode ser calculada em seis andares por segundo. Essa velocidade só é compatível com total colapso da estrutura central das mesmas. Colapso com essas características requereria explosões em níveis significativa mente mais baixos do que os níveis em que os aviões chocaram-se com os edifícios.
Se apenas os aviões tivessem produzido a derrubada, a demolição resultante teria sido de andar em andar, à velocidade máxima de um andar por segundo, o que teria feito com que a queda de cada das torres demorasse mais de um minuto.
6) Os sismógrafos da Universidade de Columbia, a 34 quilômetros ao norte do World Trade Center, gravaram atividade sísmica em 11 de setembro de 2001 que ainda não foi explicada. Enquanto os impactos dos aviões causaram tremores de terra mínimos, as agulhas dos sismógrafos registraram significativos movimentos antes de cada derrubada. Tais movimentos sísmicos seriam compatíveis com detonações ou com explosões de grande porte perto do andar térreo de ambas as torres.
7) A empreiteira que primeiro chegou ao local dos fatos foi curiosamente a Controlled Demolition Inc, a mesma que cinco anos antes chegou primeiro em Oklahoma, quando, segundo a versão oficial, Timothy McVeigh, ermitão solitário, juntou grande quantidade de explosivos, colocou-os cuidadosamente no Murrah Building, detonou-os e escapou a pé, ocasionando a morte de centenas de pessoas.
A Controlled Demolition Inc., que realizou também a limpeza da área das torres gêmeas, vendeu, imediatamente, os perfis de grandes estruturas de aço a siderúrgica que os processou rapidamente e os destinou a estaleiro que os transformou em navio; as estruturas menores foram destinadas a pequenas empresas de ferro-velho, que exportaram o material, com rapidez, à China e à Coréia, o que impediu a realização de perícias judiciais que teriam podido detectar explosivos, restos dos aviões e o estado real das estruturas das torres.
9) Nos dias prévios aos atentados, sobretudo entre 6 e 7 de setembro, houve grande e incomum atividade em Wall Street com opções de vendas de ações da American Airlines e da United Airlines.
No caso da American Airlines, foram negociados nada menos que 4.744 contratos de venda contra os por volta de 300 que usualmente são negociados a cada dia.
Essa informação apareceu em grande número de meios de comunicação.
Também foi dito que haveria investigação a respeito, o que facilmente teria levado a detectar quem sabia que os atentados seriam realizados.
As operações financeiras tinham sido realizadas no Deutsche Bank/ AB Brown.
Nunca foi revelado quem comprou essas opções de venda.
O que, sim, se sabe é que até 1998 o Deutsche Bank/ AB Brown era dirigido por A. B. “Buzzy” Krongard, desde essa data diretor executivo da CIA.
10) A tese oficial diz que um dos quatro aviões supostamente seqüestrados espatifou-se nos arredores de Pittsburgh, quando os passageiros tomaram o controle da nave das mãos dos terroristas.
No entanto, restos do aparelho foram encontrados no outro dia a oito milhas de distância do lugar do impacto, fato que não deixa outra alternativa além de pensar que, na realidade, esse vôo explodiu no ar.
11) O então presidente George W. Bush disse, em coletiva de imprensa no dia 4 de dezembro de 2001, o seguinte:
“Pergunta: (…) Como o senhor se sentiu quando ouviu as notícias sobre o ataque?
Presidente: (…) Eu estava na Flórida, eu e meu chefe de Gabinete, Andy Card. (…) Eu estava em sala de aula falando sobre programa de leitura. Eu estava fora da sala esperando para entrar e vi um avião atingir a torre – a televisão estava obviamente ligada. E eu estava acostumado a voar, eu mesmo, e disse: ‘Bem, que péssimo piloto’. Pensei: ‘Deve ter sido acidente horrível’. Mas estava surpreso e não tive muito tempo para pensar sobre o assunto, porque tive de entrar para a sala de aula. E eu estava sentado na aula e Andy Card, meu chefe de Gabinete, entrou e disse: ‘Um segundo avião atingiu a torre. A América está sendo atacada’. ”
Bush voltou a referir-se ao fato um mês depois, em 5 de janeiro de 2002, em entrevista no Town Hall da Califórnia, sem qualquer contradição, reafirmando que viu o primeiro choque e, quando já estava dentro da sala de aula, recebeu a informação sobre o segundo segundo choque.
Nenhuma rede pública ou privada de TV, grande, média ou pequena, transmitiu ao vivo o primeiro choque do avião.
Como Bush fez para ver o primeiro impacto contra as torres?
O mais importante e central de tudo é que, sem nenhuma ajuda — sem que ninguém o interrogasse de maneira inquisitiva —, por duas vezes Bush “entregou” a si mesmo sobre o que viu no primeiro atentado: ele não tinha motivos para mentir, mas, se viu o primeiro choque, isso significa que lhe transmitiram o atentado por circuito fechado de televisão e que só entrou na sala de aula da escola após a certeza de que a operação tinha obtido sucesso.
12) A correspondente em tempo integral da rede ABC na Casa Branca, jornalista Ann Compton, que, no momento dos atentados, encontrava-se junto a Bush na Flórida, cobrindo a visita do presidente à escola, declarou que o presidente estava a par dos atentados antes que estes se produzissem. A imprensa começou a pressioná-la, para que dissesse como sabia disso; entre a cruz e a espada, só atinou em dizer: “Eu li nos seus olhos”.
O escândalo foi além: entre outros, a senadora Hillary Clinton levou o tema ao Senado e até o jornal New York Post deu manchete bombástica: “BUSH KNEW” (”Bush sabia”).
No entanto, em poucos dias o tema estranhamente esfriou de modo abrupto e desapareceu da mídia.
Graziano informa que ass torres gêmeas, construídas por iniciativa dos irmãos Rockefeller, foram alugadas, por 99 anos, por três bilhões de dólares, sete semanas antes dos atentados.
O empresário que as alugou, Larry Silverstein, logo após os atentados reclamou mais de 7 bilhões de dólares à seguradora suíça Re.
Segundo Graziano, Silverstein possui o clube noturno Runaway 69, no Queens, boate que foi ligada a tráfico de heroína do Laos, lavagem de dinheiro e corrupção da polícia de Nova York.
“Como empresário com essas características pôde chegar ao aluguel por 99 anos das torres gêmeas sete semanas antes de seu colapso? É mistério”, afirma o economista.
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