Jornal londrino desmentido de novo sobre Irã
Jornal londrino desmentido de novo sobre energia nuclear do Irã
Desmentido mais uma vez o jornal direitista londrino The Times, que insiste em acusar o Irã de haver acelerado o programa energia nuclear para fins bélicos.
Desta vez, o próprio colunista do jornal, Oliver Kamm, foi obrigado a reconhecer que o primeiro documento publicado em dezembro, de duas paginas e em persa, não era fotocópia do original, mas versão manipulada.
A denúncia partiu de Philip Giraldi, ex-espião da Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA, que disse em juízo que o primeiro documento era falsificação.
A informação de Giraldi confirmou revelação anterior da agência de notícias Inter Press Service (IPS), segundo a qual o texto carecia das correspondentes marcas de segurança e das identificações da organização que o emitiu e da que o recebeu.
Além disso, tradução de segundo documento em persa também publicado pelo The Times contradiz a afirmação do próprio jornal de que o primeiro documento foi redigido por organização dirigida por cientista militar iraniano.
O jornal tinha publicado os dois documentos como informações vazadas, sem fontes, criando situação adversa para o Irã na Organização das Nações Unidas (ONU).
O segundo desmascaramento da farsa começou dia 14 de dezembro, quando o The Times publicou o que explicitamente era apresentado como a fotocópia de completo documento em persa, supostamente demonstrando os planos iranianos de testar iniciador de nêutrons, espécie de gatilho para arma nuclear.
O texto e ilustrações estavam acompanhado de tradução para o inglês.
Mas, em resposta a leitor que notou a ausência de informação-chave do documento, incluindo as marcas de segurança, Oliver Kamm, admitiu que o documento publicado era “versão reescrita de partes relevantes do original”.
O The Times já havia dito outra mentira, em editorial separado, afirmando que o documento sobre o gatilho nuclear foi escrito dentro de organização militar para o desenvolvimento de tecnologia dirigida pelo cientista iraniano, Mohsen Fakhrizadeh.
Desmentido mais uma vez o jornal direitista londrino The Times, que insiste em acusar o Irã de haver acelerado o programa energia nuclear para fins bélicos.
Desta vez, o próprio colunista do jornal, Oliver Kamm, foi obrigado a reconhecer que o primeiro documento publicado em dezembro, de duas paginas e em persa, não era fotocópia do original, mas versão manipulada.
A denúncia partiu de Philip Giraldi, ex-espião da Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA, que disse em juízo que o primeiro documento era falsificação.
A informação de Giraldi confirmou revelação anterior da agência de notícias Inter Press Service (IPS), segundo a qual o texto carecia das correspondentes marcas de segurança e das identificações da organização que o emitiu e da que o recebeu.
Além disso, tradução de segundo documento em persa também publicado pelo The Times contradiz a afirmação do próprio jornal de que o primeiro documento foi redigido por organização dirigida por cientista militar iraniano.
O jornal tinha publicado os dois documentos como informações vazadas, sem fontes, criando situação adversa para o Irã na Organização das Nações Unidas (ONU).
O segundo desmascaramento da farsa começou dia 14 de dezembro, quando o The Times publicou o que explicitamente era apresentado como a fotocópia de completo documento em persa, supostamente demonstrando os planos iranianos de testar iniciador de nêutrons, espécie de gatilho para arma nuclear.
O texto e ilustrações estavam acompanhado de tradução para o inglês. Mas, em resposta a leitor que notou a ausência de informação-chave do documento, incluindo as marcas de segurança, Oliver Kamm, admitiu que o documento publicado era “versão reescrita de partes relevantes do original”.
O The Times já havia dito outra mentira, em editorial separado, afirmando que o documento sobre o gatilho nuclear foi escrito dentro de organização militar para o desenvolvimento de tecnologia dirigida pelo cientista iraniano, Mohsen Fakhrizadeh.