>>EUA perdem; China ganha

EUA perdem; China ganha
Corrupção e militarismo mantem a política interna e externa norte-americana em contínua deterioração
stunning corruption of American politics and its cancerous militarism is a guarantor of continuing misguided policies on the domestic and international fronts
James Petras acaba de publicar nos sites…. artigo muito interessante comparando as ações dos EUA e da China no mundo, para concluir que os norte-americanos perdem terreno.
1. A China atingiu o status de potência mundial com base em maciços investimentos internos e no estrangeiro em manufatura, transporte, tecnologia, mineração e processamento de minérios; os EUA é potência mundial em declínio com sociedade em deterioração resultante da sua construção imperial baseada no poder militar e da sua economia centrada na especulação financeira.
2- Os EUA buscam clientes militares menores na Ásia; ao passo que a China expande comércio e investimento com grandes parceiros – Rússia, Japão e Coreia do Sul.
3- Os EUA drenam a economia interna para financiar guerras; a China extrai recursos minerais e energéticos para criar mercado interno de empregos industriais.
4- Os EUA investem em tecnologia militar para alvejar insurgentes locais em desafio aos regimes de seus clientes; a China investe em tecnologia civil para criar exportações competitivas.
5- Os EUA resgatam e reforçam o seu setor financeiro parasita, o qual saqueou as indústrias e especula em objetivos financeiros sem qualquer impacto sobre o emprego, a produtividade e a competitividade; a China reestrutura a economia rumo ao desenvolvimento do interior do país e estabelece maiores gastos sociais para corrigir desequilíbrios e desigualdades sociais.
6- Os EUA multiplicam guerras e tropas no Médio Oriente, Sul da Ásia, África e Caribe; a China proporciona investimentos e empréstimos para a construção de infraestrutura, extração de minérios, produção de energia e instalações de montagem na África.
7- Os EUA proporcionam ajuda militar à Colômbia, onde asseguram sete bases militares (para ameaçar a Venezuela), apoiam golpe militar em Honduras e denunciam o Brasil e a Bolívia por diversificarem econômicos com o Irã; a China assina acordos de comércio e investimento com o Irã, Venezuela, Brasil, Argentina, Chile, Peru e Bolívia, assegurando acesso a recursos energéticos, minerais e agrícolas estratégicos.
E mais:
A China não bombardeia ou devasta outros países; os EUA estão comprometidos em monstruosa máquina militar global que drena a economia interna e reduz o padrão de vida interna a fim de financiar as suas infindáveis guerras no estrangeiro, além disto, as finanças, o imobiliário e o capital comercial minam o setor industrial;
A China investe em países ricos em petróleo; os EUA atacam-nos.
A China vende pratos e balões para festas de casamentos afegãs;os EUA lançam bombas sobre as celebrações.
Clique aqui e leia a íntegra do artigo de James Petras, em português, no site Resisitr.info.
http://resistir.info/petras/china_usa.html
Clique aqui e leia a íntegra do artigo de James Petras, em inglês.
http://www.bestcyrano.org/?p=4483
Militarismo e especulação financeira levam políticas interna
e externa norte-americanas à contínua deterioração

James Petras
O sociólogo James Petras, da Universidade de Binghamton, em Nova York, acaba de publicar artigo muito interessante comparando as ações dos EUA e da China no mundo, para mostrar como os norte-americanos perdem terreno em relação aos asiáticos. Vale a pena ler:
1. Os EUA são potência mundial em declínio, com sociedade em deterioração resultante da sua construção imperial baseada no poder militar e em economia centrada na especulação financeira; a China atingiu o status de potência mundial com base em maciços investimentos internos e externos, em manufatura, transporte, tecnologia, mineração e processamento de minérios.
2- Os EUA buscam países clientes militares menores; a China expande comércio e investimento com grandes parceiros – Rússia, Japão e Coreia do Sul.
3- Os EUA drenam a economia interna para financiar guerras; a China extrai recursos minerais e energéticos para criar mercado interno de empregos industriais.
4- Os EUA investem em tecnologia militar para alvejar insurgentes locais em desafio aos regimes de países clientes; a China investe em tecnologia civil para criar exportações competitivas.
5- Os EUA resgatam e reforçam setor financeiro parasita, que saqueou as indústrias e especula sem qualquer impacto sobre o emprego, a produtividade e a competitividade; a China reestrutura a economia rumo ao desenvolvimento do interior do país e estabelece maiores gastos sociais para corrigir desequilíbrios e desigualdades sociais.
6- Os EUA multiplicam guerras e tropas no Oriente Médio, Sul da Ásia, África e Caribe; a China proporciona investimentos e empréstimos para a construção de infraestrutura, extração de minérios, produção de energia e instalações de montagem na África.
7- Os EUA dão ajuda militar à Colômbia, onde asseguram sete bases militares (para ameaçar a Venezuela), apoiam golpe militar em Honduras e denunciam o Brasil e a Bolívia por diversificarem laços econômicos com o Irã; a China assina acordos de comércio e investimento com o Irã, Venezuela, Brasil, Argentina, Chile, Peru e Bolívia, assegurando acesso a recursos energéticos, minerais e agrícolas.
E mais:
A China não bombardeia ou devasta outros países; os EUA estão comprometidos em monstruosa máquina militar global que drena a economia interna e reduz o padrão de vida interna a fim de financiar as suas infindáveis guerras no estrangeiro.
A China investe em países ricos em petróleo; os EUA atacam-nos.
A China vende pratos e balões para festas de casamentos afegãs; os EUA lançam bombas sobre estas celebrações.
Clique aqui e leia a íntegra do artigo de James Petras, em português.
Clique aqui e leia a íntegra do artigo de James Petras, em inglês.