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>>Empregos verdes crescem no Brasil e no mundo

Empregos verdes crescem no Brasil e no mundo
A economia verde, no Brasil e no mundo, carece crescentemente de empresas e de mão de obra, à medida que os preços de energia e produtos primários mantém-se em alta e consumidores, ao lado do poder público, pressionam o mercado por produção mais limpa para evitar mudanças climáticas perigosas.
Segundo José Eustáquio Diniz Alves, professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) sintetiza essas transformações do modelo econômico vigente em seis grandes eixos e leva em conta inclusive as particularidades da economia brasileira:
– maximização da eficiência energética e substituição de combustíveis fósseis por fontes renováveis;
– valorização, racionalização do uso e preservação dos recursos naturais e dos ativos ambientais;
– aumento da durabilidade e reparabilidade dos produtos e instrumentos de produção;
– redução da geração, recuperação e reciclagem de resíduos e materiais de todos os tipos;
– prevenção e controle de riscos ambientais e da poluição visual, sonora, do ar, da água e do solo; e
– diminuição dos deslocamentos espaciais de pessoas e cargas.
“O Brasil”, afirma o professor Diniz, “é privilegiado do ponto de vista da extensão territorial e marítima e conta com ampla disponibilidade de terras, de ventos, de radiação solar, de marés e de biomassa. Ao fazer a transição da economia poluidora e que degrada o meio ambiente para economia verde e ecologicamente sustentável, o país poderá não só salvar a natureza, como eliminar a pobreza e a desigualdade, possibilitando que sua população conviva com um desenvolvimento humano e sustentável”.
A empresa Roland Berger Strategy Consultants calcula que o mercado global para produtos e serviços ambientais deve duplicar dos atuais US$ 1,37 trilhão por ano para US$ 2,74 trilhões até 2020.
Segundo a empresa, metade desse mercado baseia-se na eficiência energética, no equilíbrio entre meios de transporte, sistemas de abastecimento d’água, saneamento e gestão de resíduos sustentáveis.
“Os investimentos na melhoria da eficiência energética de edifícios podem gerar de 2 milhões a 3,5 milhões de empregos verdes adicionais só na Europa e nos Estados Unidos. O potencial é muito maior nos países em desenvolvimento”, afirma estudo da empresa, acrescentando que indicador confiável dessa mudança é o aumento repentino observado no fluxo de capital de risco para o desenvolvimento de tecnologias limpas.
“Nos EUA, esse já é o terceiro maior setor, atrás apenas dos setores da informação e da biotecnologia. A abertura de empresas de tecnologias limpas pode, só nos EUA, gerar de 400 mil a 500 mil empregos nos próximos quatro anos. Da mesma forma, o capital de risco verde mais que dobrou na China, representando 19% de todos os investimentos no país”.
Clique aqui para ler estudos sobre Empregos verdes no Brasil
http://www.oitbrasil.org.br/topic/green_job/doc/empregos_verdes_no_brasil_128.pdf
Clique aqui para ler resumo de estudos sobre Empregos verdes no mundo
http://www.oitbrasil.org.br/topic/green_job/doc/empregos_verdes_resumo_128.pdf

A economia verde, no Brasil e no mundo, carece crescentemente de empresas e de mão de obra, à medida que os preços de energia e produtos primários mantém-se em alta e consumidores, ao lado do poder público, pressionam o mercado por produção mais limpa para evitar mudanças climáticas perigosas.
Segundo José Eustáquio Diniz Alves, professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) sintetiza essas transformações do modelo econômico vigente em seis grandes eixos e leva em conta inclusive as particularidades da economia brasileira:

– maximização da eficiência energética e substituição de combustíveis fósseis por fontes renováveis;

– valorização, racionalização do uso e preservação dos recursos naturais e dos ativos ambientais;

– aumento da durabilidade e reparabilidade dos produtos e instrumentos de produção;
– redução da geração, recuperação e reciclagem de resíduos e materiais de todos os tipos;
– prevenção e controle de riscos ambientais e da poluição visual, sonora, do ar, da água e do solo; e
– diminuição dos deslocamentos espaciais de pessoas e cargas.

“O Brasil”, afirma o professor Diniz, “é privilegiado do ponto de vista da extensão territorial e marítima e conta com ampla disponibilidade de terras, de ventos, de radiação solar, de marés e de biomassa. Ao fazer a transição da economia poluidora e que degrada o meio ambiente para economia verde e ecologicamente sustentável, o país poderá não só salvar a natureza, como eliminar a pobreza e a desigualdade, possibilitando que sua população conviva com um desenvolvimento humano e sustentável”.
A empresa Roland Berger Strategy Consultants calcula que o mercado global para produtos e serviços ambientais deve duplicar dos atuais US$ 1,37 trilhão por ano para US$ 2,74 trilhões até 2020.
Segundo a empresa, metade desse mercado baseia-se na eficiência energética, no equilíbrio entre meios de transporte, sistemas de abastecimento d’água, saneamento e gestão de resíduos sustentáveis.

“Os investimentos na melhoria da eficiência energética de edifícios podem gerar de 2 milhões a 3,5 milhões de empregos verdes adicionais só na Europa e nos Estados Unidos. O potencial é muito maior nos países em desenvolvimento”, afirma estudo da empresa, acrescentando que indicador confiável dessa mudança é o aumento repentino observado no fluxo de capital de risco para o desenvolvimento de tecnologias limpas.
“Nos EUA, esse já é o terceiro maior setor, atrás apenas dos setores da informação e da biotecnologia. A abertura de empresas de tecnologias limpas pode, só nos EUA, gerar de 400 mil a 500 mil empregos nos próximos quatro anos. Da mesma forma, o capital de risco verde mais que dobrou na China, representando 19% de todos os investimentos no país”.

Clique aqui para ler estudos sobre Empregos verdes no Brasil

Clique aqui para ler resumo de estudos sobre Empregos verdes no mundo

Be the first to comment - What do you think?  Posted by Equipe - 1 de fevereiro de 2010 at 18:30

Categories: Brasil, Meio ambiente, Nações Unidas   Tags: , , , ,

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